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Prefeitura interdita galpão clandestino que manipulava Monjauro na Zona Sudoeste do Rio, e 10 são levados para delegacia

2026-03-13 - 22:53

Prefeitura interdita galpão clandestino que manipulava Monjauro na Zona Sudoeste do Rio A Prefeitura do Rio interditou o galpão clandestino de uma farmácia na Taquara, Zona Sudoeste do Rio, nesta sexta-feira (13). De acordo com os órgãos municipais envolvidos na ocorrência, o local manipulava a substância popularmente conhecida como Monjauro. Dez pessoas foram levadas para a 32a DP (Taquara) e uma delas foi flagrada tentando pular uma janela levando frascos refrigerados com a substância. Participaram da ação a Secretaria Municipal de Ordem Pública (SEOP), o Instituto Municipal de Vigilância Sanitária (IVISA-Rio) e a Subprefeitura de Jacarepaguá. Os fiscais chegaram ao local após denúncia recebida pela Central de Atendimento da Prefeitura do Rio (1746). Foram apreendidos centenas de frascos da substância tirzepatida, utilizada no tratamento para emagrecimento. O local também não possuía licenciamento sanitário para o funcionamento. Além dos medicamentos, foram encontradas oito motocicletas dentro do endereço, o que leva a crer que a farmácia clandestina também realizava a distribuição desses medicamentos. Os agentes ainda encontraram no local diversos produtos de uso hospitalar, como antibióticos, e adrenalina (fora do prazo de validade), além de matérias primas em frascos pretos, hidrocortisona, oxandrolona e tadalafila. Prefeitura diz que funcionário de galpão clandestino tentava fugir com frascos refrigerados Reprodução A ação foi iniciada por volta das 09h, quando os agentes tocaram a campainha do estabelecimento e não foram atendidos. Funcionários tentaram fugir pela parte de trás do imóvel e a SEOP acionou policiais civis em apoio. Após a chegada da Polícia Civil, um dos funcionários que tentavam fugir foi capturado com dezenas de medicamentos ainda refrigerados. “Nos deparamos com uma grande estrutura montada. São centenas de frascos do produto e cada um deles é normalmente comercializado por R$ 2 mil ou mais. Importante destacar que a população deve denunciar sempre”, destacou o secretário de Ordem Pública, Marcus Belchior. Segundo análise preliminar, os responsáveis pela farmácia de manipulação poderiam faturar até R$ 5 milhões com os produtos produzidos no local.

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