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Mulher acusada de matar a mãe e pesquisar 'como carbonizar corpo' na internet é condenada a mais de 30 anos de prisão em MG

2026-03-17 - 21:20

A Justiça condenou a mais de 30 anos de prisão a mulher de 53 anos apontada como autora da morte da própria mãe, uma idosa de 78 anos, em Itajubá (MG). A sentença de primeiro grau foi divulgada pela Polícia Civil de Minas Gerais, por meio da 2a Delegacia Regional do município. 📲 Siga a página do g1 Sul de Minas no Instagram O crime ocorreu em 27 de abril de 2025. A vítima, Mariana Arlete Santana Bitencourt, foi encontrada morta dentro de casa dias depois. A investigação concluiu que a filha agiu de forma premeditada e com motivação financeira, após reunir evidências de que a suspeita havia pesquisado na internet sobre métodos de matar, carbonizar um corpo e dificultar uma futura perícia. Ela também teria tentado simular surpresa ao “descobrir” o corpo e chegou a viajar após cometer o assassinato. Leia também: 'Na cabeça dela, os pais tinham o dever de sustentá-la', diz delegado sobre filha que matou a mãe em MG Mulher acusada de matar a mãe asfixiada em MG pesquisou na internet 'como carbonizar um corpo', diz polícia Delegado Rodrigo Megale Anderi (à esquerda) e o investigador Cassio Poaini Marcelo (à direita) em coletiva de imprensa sobre o caso em Itajubá (MG) Polícia Civil Segundo a Polícia Civil, a mulher planejou a morte da mãe e adotou estratégias para desviar a atenção das autoridades, apagando conteúdos do celular e tentando criar obstáculos para o trabalho de investigação. A perícia apontou que a idosa foi morta por asfixia com clorofórmio, e que houve uma tentativa frustrada de incendiar o corpo para destruir evidências. A autora do crime havia sido presa preventivamente em 14 de maio de 2025, após o avanço das investigações. De acordo com a corporação, ela permanece detida no sistema prisional, agora já como condenada em primeira instância. Mulher é presa suspeita de matar a própria mãe em Itajubá O delegado responsável pelo caso, Rodrigo Megale Anderi, destacou durante a investigação que a relação entre mãe e filha era marcada por conflitos e que a mulher acreditava que os pais tinham obrigação de sustentá-la financeiramente, motivo que teria contribuído para o crime. A defesa da condenada ainda pode recorrer da decisão. Veja mais notícias da região no g1 Sul de Minas

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