Crime passional e pagamento de R$ 10 mil: polícia diz que coordenador do CRB foi morto por ciúmes
2026-01-26 - 11:49
Johanisson Carlos Lima, supervisor das categorias de base do CRB Reprodução/Redes sociais A delegada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Tacyane Ribeiro, informou nesta segunda-feira (26), durante uma entrevista coletiva, que o coordenador do CRB foi morto por um crime passional, e que o mandante pagou R$ 10 mil pela execução. Johanisson Carlos Lima Costa, o "Joba", de 33 anos, foi assassinado a tiros, na manhã da última sexta-feira (23), no bairro da Santa Lúcia, em Maceió. O mandante do crime, identificado apenas como Ruan, segue foragido. A delegada informou ainda que Joba tinha uma relacionamento com uma mulher e, após o término, ela se envolveu com Ruan. Como a relação entre os dois não deu certo, a mulher estaria reatando com Joba, o que causou insatisfação a Ruan. "Não tem nada a ver com briga de torcida organizada, mas uma questão pessoal. O Ruan contratou essas pessoas para matar a vítima. O plano estava arquitetado desde dezembro do ano passado. Foi 10 mil reais [o valor para a execução]. R$ 4 mil foi pago na terça-feira, antes do crime. Mortes e prisão Três suspeitos de terem envolvimento no assassinato do coordenador das categorias da base do CRB, Johanisson Carlos Lima Costa, o Joba, morreram após uma troca de tiros com a polícia no Clima Bom, em Maceió. A informação foi confirmada pela Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP-AL), que não divulgou o nome dos suspeitos. A delegada Tacyane Pinheiro explicou que os suspeitos foram localizados após a moto que deu fuga ao executor do crime ser localizada. O responsável pela moto foi preso, enquanto os outros três teriam resistido à abordagem, atirando contra os policiais. Eles foram atingidos e socorridos para receber atendimento médico, mas não resistiram aos ferimentos. Com os suspeitos, a polícia apreendeu dois revólveres, uma pistola e dois capacetes.