Conduta do delegado-geral de SC no caso cão Orelha será apurada pelo Ministério Público
2026-02-10 - 15:35
Ulisses Gabriel, delegado-geral de Polícia Civil de Santa Catarina Polícia Civil/Divulgação A conduta do delegado-geral da Polícia Civil de Santa Catarina, Ulisses Gabriel, no caso da investigação de maus-tratos ao cão comunitário Orelha, é alvo de um procedimento preparatório instaurado pela 40a Promotoria do Ministério Público do Estado (MPSC), responsável pelo controle externo da atividade policial. O procedimento vai avaliar a necessidade de instauração de inquérito civil para possíveis ações judiciais. O MPSC justificou a abertura a partir do recebimento diversas representações contra a conduta do delegado. ✅Clique e siga o canal do g1 SC no WhatsApp À NSC, Ulisses disse que não foi notificado. "Eu não tenho como responder por abuso de autoridade, muito menos por violação de sigilo funcional. Não sou e nunca fui responsável pela investigação", declarou o chefe da Polícia Civil. O objetivo do procedimento do MP é apurar se teria havido abuso de autoridade, violação de sigilo funcional e ato de improbidade administrativa por “revelar fato ou circunstância de que tem ciência em razão das atribuições e que deva permanecer em segredo, propiciando beneficiamento por informação privilegiada ou colocando em risco a segurança da sociedade e do Estado”. Caso Orelha VÍDEOS: mais assistidos do g1 SC nos últimos 7 dias d