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Chefe da Otan diz que grupo de 22 países se prepara para reabrir Estreito de Ormuz, fechado pelo Irã

2026-03-24 - 10:20

Navio atravessa o Estreito de Ormuz em 19 de março de 2026 AP Um grupo de 22 países composto por membros da Otan e aliados do Oriente Médio, da Ásia e da Oceania está se preparando para reabrir o Estreito de Ormuz e "assegurar" a navegação segura e livre de navios, segundo o secretário-geral da Otan, Mark Rutte. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp O Estreito de Ormuz, por onde passa 20% do petróleo mundial, está fechado pelo Irã desde 28 de fevereiro, no início da guerra com os EUA e Israel. “Desde quinta-feira, um grupo de 22 países está se unindo para garantir que o Estreito de Ormuz seja livre e reaberto o mais rápido possível”, afirmou Rutte à mídia dos EUA no domingo (22). “O que precisamos fazer é trabalhar juntos”, disse o secretário-geral em entrevista à "Fox News". A fala de Rutte ocorre em meio a críticas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a aliados da Otan por responderem de forma negativa a um pedido para que enviassem navios militares para ajudar a reabrir o Estreito de Ormuz. Rutte não falou todos os países que integram o grupo, porém ele é composto em sua maioria por aliados da Otan, segundo o secretário-geral. Veja abaixo os integrantes que conhecemos até o momento: Estados Unidos; Reino Unido; França; Emirados Árabes Unidos; Bahrein; Japão; Coreia do Sul; Austrália; Nova Zelândia. O secretário-geral da Otan não deixou explícito como essa abertura do Estreito de Ormuz aconteceria na prática, isso porque a presença militar de outros países além dos EUA e do Irã na região poderia aumentar o risco de um alastramento ainda maior da guerra. Em entrevistas às TVs norte-americanas "Fox News" e "CBS", Rutte se limitou a dizer que os países estão em sintonia para "atender ao chamado" de Trump e "implementar a visão" do presidente norte-americano para garantir a reabertura do estreito o mais rápido possível. Segundo Rutte, agora autoridades militares desses 22 países estão planejando de forma coordenada a investida. Esta reportagem está em atualização.

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