Casal é preso em Santa Inês por suspeita de esquema de estelionato que causou prejuízo de R$ 59 mil
2026-03-21 - 14:40
Casal é preso em Santa Inês por suspeita de esquema de estelionato que causou prejuízo de R$ 59 mil Divulgação/Polícia Civil do Maranhão A Polícia Civil do Maranhão prendeu, nessa sexta-feira (20), um homem de 49 anos e uma mulher de 55 anos suspeitos de integrar um esquema de golpes praticados pela internet no município de Santa Inês, no interior do Maranhão. Os dois tiveram a prisão preventiva decretada e também foram alvo de mandados de busca e apreensão domiciliar. Segundo a Delegacia Regional de Barra do Corda, o casal é investigado pelos crimes de estelionato, fraude eletrônica, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro. As apurações apontam que eles atuavam de forma organizada e com divisão clara de funções. 📲 Clique aqui e se inscreva no canal do g1 Maranhão no WhatsApp Veja os vídeos que estão em alta no g1 De acordo com a Polícia Civil, a mulher era responsável por atrair vítimas por meio de redes sociais e aplicativos de mensagens, simulando a venda de móveis e itens de decoração. Já o homem cuidava da movimentação e ocultação do dinheiro obtido ilegalmente, usando contas próprias e de terceiros. Ainda segundo a investigação, os golpes eram praticados de forma reiterada, com diversas vítimas registradas. Apenas na fase inicial do inquérito, os prejuízos ultrapassam R$ 59 mil, valor que pode aumentar conforme avançam as diligências. Mandados e apreensões Durante o cumprimento das ordens judiciais, foram apreendidos celulares, máquinas de cartão, documentos, mídias digitais e outros objetos que, segundo a polícia, podem ter sido usados nas fraudes. Todo o material será periciado para identificar novos envolvidos e medir a extensão do esquema. Além das prisões, a Justiça determinou o bloqueio de bens e valores dos investigados para assegurar eventual ressarcimento às vítimas e impedir a movimentação do dinheiro obtido ilegalmente. O casal foi levado para a Delegacia Regional de Santa Inês, onde passou pelos procedimentos legais, e depois encaminhado ao sistema prisional, onde permanecerá à disposição do Judiciário. A Polícia Civil informou que as investigações continuam para identificar novas vítimas e possíveis intermediários que possam ter atuado como “laranjas” na movimentação dos valores.