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Após quatro anos, suspeito de matar comerciante a tiros durante assalto no interior de SP é preso no RS

2026-03-18 - 20:40

VÍDEO: comerciante é assassinado a tiro durante assalto ao abrir padaria no interior de SP O homem suspeito de matar a tiros o dono de uma padaria de Laranjal Paulista (SP), em março de 2022, foi preso na sexta-feira (13), quatro anos após o crime. Ele foi encontrado em Gravataí, no Rio Grande do Sul. Matheus Vinícius Silveira Leite era considerado foragido da Justiça desde o crime ocorrido no interior de São Paulo. Ele também é um dos suspeitos de matar a corretora Luciani Aparecida Estivalet Freitas, em Florianópolis (SC), no início do mês. Ele estava fugindo para o Rio Grande do Sul no momento da prisão. Segundo a Polícia Civil de Laranjal Paulista, o homem foi identificado por meio de imagens de câmeras de segurança e depoimentos de testemunhas. Matheus já havia trabalhado como segurança na padaria onde cometeu o crime. As investigações também apontaram que, logo após o crime, Matheus fugiu para a capital paulista, usando um transporte por aplicativo. Ele estava carregando uma bolsa com R$ 24 mil em espécie, quantia que teria sido roubada do comerciante. A companheira de Matheus foi presa em outubro do ano passado, ao ser vista pelas autoridades no Aeroporto de Guarulhos (SP). Ele fugiu novamente dos agentes federais ao apresentar documentos falsos. O caso segue sendo investigado como latrocínio pela Polícia Civil de Laranjal Paulista. Assalto em padaria Matheus Vinícius Silveira Leite é suspeito de matar um comerciante em SP e uma corretora em SC Arquivo pessoal Câmeras de segurança registraram o crime na madrugada do dia 9 de março de 2022. Nas imagens, é possível ver que João Batista Vieira, de 65 anos, foi abordado por Matheus enquanto abria o estabelecimento. Os dois entraram em luta corporal e o idoso foi baleado na cabeça. Assista ao vídeo acima. O delegado Francisco Catojo, responsável pelas investigações, afirmou à época que Matheus foi identificado pelas imagens e por testemunhas. Segundo o delegado, a blusa que o suspeito usou no dia do crime foi encontrada em um rio na cidade. Um homem de 33 anos suspeito de envolvimento na morte do comerciante chegou a ser levado para a delegacia, mas depois a polícia descartou a participação dele no crime. No dia, a Polícia Civil pediu a prisão preventiva dele, mas não foi decretada pela Justiça, e o homem foi liberado. Corretora foi encontrada esquartejada em SC Infográfico - Morte corretora gaúcha Arte/g1 O delegado Anselmo Cruz, responsável pela investigação do assassinato da corretora de imóveis Luciani Aparecida Estivalet Freitas, em Florianópolis, afirmou que a motivação do crime envolve o patrimônio da vítima. Ela foi esquartejada e parte do corpo foi achada em um córrego de Major Gercino (SC). Três vizinhos dela foram presos, incluindo Matheus. Antes de ser encontrada morta, a Polícia Civil considerava Luciani como desaparecida. Um boletim de ocorrência foi registrado em 9 de março deste ano, após irmãos desconfiarem de que alguém estaria se passando por ela no celular. Conforme o irmão Matheus Estivalet Freitas, mensagens enviadas pelo celular da corretora com uma série de erros gramaticais, após um tempo sem conseguir qualquer comunicação com ela, chamaram a atenção da família, que passou a desconfiar se era realmente ela quem estava digitando. Em uma delas, Luciani diz que está bem, mas que estaria sendo perseguida por um ex-namorado (veja abaixo). Mensagem suspeita acendeu alerta à família de Luciani Aparecida Estivalet Freitas, desaparecida em Florianópolis Arquivo pessoal A suspeita da morte aconteceu após a polícia identificar compras feitas pelos investigados usando o nome da vítima. Itens como eletrônicos e artigos esportivos foram adquiridos no período após o desaparecimento de Luciani. "O que se desenhou até o momento é um crime patrimonial. Teriam feito, mataram, para se obter vantagem. No caso, são as compras todas feitas. Os valores ainda dependem inclusive de medidas judiciais, de quebras de sigilo, bancário, fiscal", detalhou Anselmo. A primeira pessoa presa foi Ângela Maria Moro, de 47 anos, encontrada com pertences da vítima. Inicialmente, ela foi detida por receptação, mas agora também é investigada pelo latrocínio, já que, segundo Anselmo, há indícios de que ela também participou da execução de Luciani. A mãe de Matheus, que chegou a ser ouvida como investigada, não responde até o momento a nenhum crime, assim como o irmão dele, um adolescente de 14 anos, encontrado com produtos comprados no nome de Luciani. Entre os itens adquiridos pelos suspeitos estão dois arcos de balestra (espécie de arma com um arco de flechas), um controle de videogame e uma TV. Além disso, os policiais acharam duas malas com os pertences da corretora na casa dos suspeitos. A vítima e os investigados moravam no mesmo residencial, na região da Praia do Santinho, no Norte de Florianópolis. Luciani Aparecida Estivalet Freitas Reprodução/ Redes Sociais Initial plugin text Veja mais notícias no g1 Itapetininga e Região VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM

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